domingo, 5 de abril de 2015

Resenha do Livro - Mil dias em Veneza ( e vários anos para terminar de ler)



                                                                      Foto: Autora do blog


Primeiramente, vou procurar resumir neste post a saga que foi conseguir terminar o Livro "Mil dias em Veneza" de Marlene de Blasi. Comecei a ler em Junho de 2012 e só consegui concluir em Abril de 2015.

Vamos começar com o principal motivo (SPOILER):

A LEITURA É CHATA!

E como não gosto de deixar um livro pela metade... fui fiel e terminei de ler.

Este livro eu ganhei de aniversário (do meu lindo namorado). Este livro tinha tudo para eu amar (por isso ele me deu), fala sobre Veneza, um lugar que sou louca pra conhecer (com ele), e comida (coisas que amamos fazer). Mas não foi tudo aquilo que imaginava e esperava quando eu li, o que me decepcionou.

 Mas, vamos primeiramente saber do que trata o livro de fato e o que eu tenho a dizer sobre a história como um todo.


DADOS DO LIVRO:

Nome: Mil dias em Veneza
Autora: Marlena de Blasi
Tradução: Fernanda Abreu
Editora: SEXTANTE (2010)

Vou pular a sinopse literal do livro.

                                                                                       Foto: Autora do blog


DO QUE FALA O LIVRO?

O livro é baseado em uma história real, conta a experiência de Marlena de Blasi e sobre a sua segunda viagem à Veneza em 1993, na qual acabou mudando a sua vida completamente. Nesta viagem ela conheceu Fernando, que já tinha se apaixonado por ela à primeira vista quando Marlene esteve em Veneza em 1989, passeando pela Piazza San Marco.

Após seu encontro com Fernando, ela acaba se sentindo envolvida por este estranho, despertando uma paixão meio que inexplicável. Se viu mudar de vida completamente, de forma repentina, trocando a sua vida nos EUA para viver um amor com um estranho em outro País.


  Foto: Autora do blog


COMO FOI MEU PROCESSO DE LEITURA

Meu processo de leitura, como disse no início deste post, foi longo...pela falta de tempo e porque não é uma leitura que te prende.

No começo da leitura, quando Marlene conhece Fernando é bem interessante. Porque você se coloca no lugar dos dilemas dela, uma mulher independente, divorciada, com os filhos criados, largando tudo por um homem que acabou de conhecer,  mudando para outro País, outra cultura, outra língua, realmente é para os fortes e loucos.

 No entanto, depois que ela se instala em Veneza, o livro fica monótono, se arrasta....e olhe que é um livro de apenas 232 páginas!

Mas cada capítulo parece não ter fim. Dá uma melhorada perto do final da história, quando eles se casam e o dilema de recomeçar de novo permeia o casal, quando Fernando decide largar o emprego, e eles se deparam em ter que mudar de casa, de cidade, estando os dois desempregados.

O QUE EU ACHEI

A história tinha tudo para dar um excelente livro e quem sabe um bom filme. Mas se perdeu....não sei se foi a tradução ou a forma da autora escrever sua própria história.

Pode ser que por se tratar de uma história de uma mulher de 50 anos, e eu não ter essa idade, posso não ter me identificado com o romance. Mas li recentemente dois romances, que retrata os dois extremos, enquanto AFTER é um romance para jovens de 18 anos, Mil dias em Veneza é para as mulheres maduras na faixa dos 50 anos, enfim, estou no meio do caminho aí...

Eu li algumas resenhas sobre o livro, tem um pessoal que ADOROU o livro e tipo...não entendi porque ADORARAM, mas enfim. E tem uma galera que achou mais ou menos...

O que eu gostei do livro é que na parte final ela dá umas dicas de lugares para visitar em Veneza, receitas de comidas que ela fazia para Fernando, afinal, ela é chef e crítica gastronômica.

O problema do livro foi porque não consegui criar as cenas, os personagens na minha cabeça. Ela descrevia mas as receitas do que o cenário onde ela estava em si, era difícil de visualizar.

PONTOS ALTOS DO LIVRO

  • Achei bacana a autora falar um pouco sobre os hábitos dos moradores de Veneza, conhecer um pouco a cultura.
  • O casamento de Marlene e Fernando (gente, muito lindo saber como é realizado o casamento em Veneza).
  • O momento em que eles decidem deixar Veneza.
  • As dicas de lugares para conhecer no final do livro.
  • Os dilemas de recomeçar a vida em todos os aspectos após os 50 anos.

PONTOS BAIXOS DO LIVRO

  • A narrativa do livro é cansativa.
  • As descrições das comidas que ela prepara é cansativo.
  • Ela se referir a Fernando como estranho mesmo depois de estar convivendo com ele.
  • Não foi possível sentir a paixão dela por Fernando no decorrer do livro.
  • Já no final parecia que as coisas eram "puladas", ficando confuso entender algumas partes da história.

VEREDITO FINAL

Eu não vou ler a continuação da história, até que gostaria, pois fiquei curiosa em saber como Marlene e Fernando vão superar mais um desafio na vida deles, agora juntos e casados. Mas fico imaginando se a leitura será chaterríma como foi desse livro.

Eu só indico o livro para as pessoas na faixa etária dos 40 anos em diante, vocês novinhas, podem não se identificarem com a história.

Comentário pessoal: No geral, eu não gostei do livro. Mas tiveram duas passagens que me fizeram refletir.

O momento reluzente do livro:

"(...)Ouço o sussurro: Segure a minha mão e rejuvenesça comigo; não se apresse; seja um iniciante; enfeite os cabelos com pérolas; plante batatas; acenda as velas; mantenha o fogo aceso; atreva-se amar alguém; diga a verdade a si mesmo; mantenha-se enlevado. (...)" (p.209)

Minha nota? 2 de 5



Para quem leu o livro e gostou (ou para quem tem interesse em ler) deixo a imagem abaixo da continuação da história do casal. Também deixo um vídeo no qual aparece Marlene e Fernando, falando um pouco sobre a história do livro (pelo que consegui entender)



sábado, 4 de abril de 2015

2 teorias por 1 prazer


                                                 Link de onde encontrei esta imagem


O título deste post poderia ser o título do meu futuro livro rsrrsrsrs

Este Post é para esclarecer as metas que pretendo seguir em relação a leitura em 2015. Para quem não sabe, sou bacharel em Ciências Sociais e no momento estou no processo para obter a minha habilitação em licenciatura (pretendo ser uma futura docente de Sociologia). Além disso, trabalho o dia inteiro, me restando pouco tempo para leitura. 

Durante a minha graduação eu deixei de ler muitos livros por prazer, lia mais livros teóricos, com o tempo passa ser cansativo ler até por prazer. Mas como tem um tempo que não estou lendo teorias mais "pesadas", retomei o ritmo de leitura lendo livros que não são para "pensar", mas por diversão. Foi o que aconteceu com After e Mil dias em Veneza ( que em breve vou postar a resenha).

Mas como ainda tenho meus compromissos acadêmicos, irei ler dois livros teóricos para poder ler um por prazer. Vou compartilhar as minhas leituras e outras coisas mais aqui no blog, o bacana é que nas Ciências Sociais tem muita leitura teórica que pode proporcionar excelentes posts e discussões.

Não vejo a hora de concluir as leituras teóricas para me dar o prazer de ler um bom livro, o que não significa que as teorias sejam ruins neste aspecto, mas existe uma diferença entre ler por finalidade acadêmica, que significa fazer uma leitura interpretativa com finalidade de entender o pensamento do autor em seu aspecto teórico-metodológico, no intuito de contribuir com suas pesquisas e estudos em determinada área do conhecimento. Do que ler simplesmente pelo prazer de viajar na história de um bom livro.

No final das contas minha gente, ler é o maior BARATO! Não importa o tipo do livro, revista, HQ, o importante é mergulhar de cabeça numa boa leitura.

 O conhecimento que irá obter será seu.

terça-feira, 31 de março de 2015

Resenha - AFTER - Anna Todo

Então, eu li AFTER.



E acho que consigo escrever sem SPOILER

Eu baixei uma amostra no Google Play do livro AFTER e comecei a ler, foi aquele momento de fuçar e conhecer como é o esquema de ler em celular/tablet. Esta foi minha primeira leitura de um livro inteiro no celular.
 Achei a leitura interessante e baixei na internet a versão completa (free) e conclui a leitura pelo celular. E vamos para o que eu achei do livro.

SINOPSE

Depois de bater a marca de um bilhão de acessos na plataforma de leitura Wattpad ao transformar os integrantes da banda One Direction em personagens de uma história de amor sexy, a série After vira livro e promete ser o novo fenômeno editorial. No primeiro livro, Tessa, de 18 anos, sai de casa, onde mora com a mãe, para ir para a faculdade. Até então sua vida se resumia a estudar e ir ao cinema com o namorado doce que conheceu ainda criança. No primeiro dia na faculdade, onde ela passa a dividir um quarto com uma amiga que adora festas, Tessa conhece Hardin, um jovem rude, tatuado e com piercings que implica com seu jeito de garota certinha. Logo, no entanto, os dois se envolvem e Tessa, que era virgem, vê sua sexualidade aflorar. Hardin é inspirado em Harry Styles, um dos membros do One Direction. Os outros quatro músicos da banda – Zayn, Niall, Louis e Liam – também viraram personagens na trama. Tessa logo descobre que Hardin possui um passado cheio de fantasmas e os dois começam um relacionamento intenso e turbulento. Depois dele, ela nunca mais será a mesma.

EDITORA: PARALELA
EDIÇÃO: 2014 (1ª Edição)

SOBRE O MEU PROCESSO DE LEITURA

AFTER é um romance para Jovens-adultos(ou New Adulto), particularmente o que me prendeu foi a forma como autora escreveu o livro, a leitura te prende, te envolve, te solta só quando acaba o livro.
Apesar da história contada não ser lá essas coisas, nenhuma grande novidade, eu me envolvi com os personagens. A minha maior decepção foi quando estava no meio do livro e fui pesquisar mais sobre a autora, sobre o livro e acabei descobrindo que o livro era baseada em uma Fanfic do One Direction (chocada). Mas como eu gosto de terminar um livro, não abandonei após esta informação.
Como eu não conheço a banda profundamente, só escutei algumas músicas na rádio (e gostei), então, não me afetou na construção da imagem dos personagens na minha cabeça. Só quando eu terminei de ler o livro que fui ver a foto dos garotos do One Direction e deixo aqui registrado que os personagens que criei na minha cabeça são bem mais interessantes.(as fãs que me desculpem)

O QUE EU ACHEI

Depois que terminei de ler o livro, fui ver algumas resenhas, muita gente metendo o pau, disseram que não gostaram, outros que gostaram, aquela coisa de quem ler livro, vê filme e consome qualquer coisa nessa vida. NÃO DÁ PARA AGRADAR TODO MUNDO.
Apesar do livro não ser para um perfil para minha idade (não tenho 18 anos, mas sou jovem ainda), eu gostei do livro, mas não sei se continuaria lendo.
O motivo? O final do livro não me deu tesão para continuar, assim como foi em 50 tons de cinza. Apesar de ter gostado de After, mesmo seguindo a lógica da mocinha inocente que se envolve com um cara malvado. A forma como autora encerra a história no primeiro livro, me deixou "encucada", fiquei me perguntando como ela daria continuidade e se teria ainda mais assunto para um segundo livro, fiquei mais chocada em saber que a saga conta com  4 LIVROS!!!! Então, imagino que autora tem muita criatividade e imaginação.

Enfim....

É um livro sobre uma jovem de 18 anos, estudiosa, certinha, caloura na universidade, que cruza com um grupo de jovens veteranos que curte sexo, Rock Roll e álcool, muito álcool.

Eu gostei da personagem Tessa (ou Theresa) que é a protagonista, ela representa bem aquelas pessoas que apesar de ser bem centrada nas coisas, acaba sendo abalada por uma grande paixão, mesmo sendo esta perigosa.

Hardin, que faz o par romântico com Tessa,  é um jovem rebelde, com vários problemas pessoais e familiares, que acaba se sentindo envolvido pela jovem e virgem Theresa.

O livro tem a fórmula clichê de todo livro romântico adolescente, mas achei legal a parte das brigas e dos conflitos, só achei doentio a relação dos dois. E fico admirada como algumas pessoas gostam e torcem por amores doentios (como foi em 50 tons de cinza).
Acho que o povo gosta mesmo do perigo...
Apesar de que na minha época de adolescente, os romances eram bem mais amenos do que os de agora e até as cenas de sexo eram bem mais implícito do que explícito.


PONTOS ALTOS DO LIVRO

  • A autora escreve muito bem, a história te prende, tanto que eu li rapidinho (4 dias, porque trabalho o dia todo). (isso foi consenso na maioria das resenhas que eu li, inclusive de quem falou que não gostou do livro)
  • Gostei da forma que ela encerra os capítulos
  • Os personagens brigam e se entendem como todo o casal normal
  • As cenas de sexo são bem construídas, com muita sensualidade, descrições, sensações (achei melhor do que 50 tons de cinza e também a maioria das pessoas que leram concordaram com esse ponto)

PONTOS BAIXOS

O Personagem Hardim eu achei um pouco "fraco", ao mesmo tempo que parece um garoto rebelde, tem atitudes de garoto mimado e sua relação com Tessa chega a ser um tanto doentia. Não acho legal  Tessa (ou Theresa) aceitar tantas coisas "por amor", como não curto esta visão de relacionamento.

Eu tive uma relação de amor e ódio com a protagonista ( o livro é narrado do ponto de vista dela), ao mesmo tempo que parece ter personalidade, se deixa levar pela opinião dos outros, essa questão de querer agradar as pessoas.

O personagem Noah, que é o primeiro namorado de Theresa antes de chegar à universidade, é um SACO! Gente,  a menina sacaneia ele quase o tempo todo, na cara dele, e o dito cujo ainda perdoa e quer ficar com ela. A parte mais ridícula do livro são as passagens que este personagem aparece e não vejo sentido nenhum a sua existência, a história daria para fluir sem ele na boa, tanto que as partes que ele não aparece, eu só lembro que ele fazia parte da história quando aparece em outros momentos.
E acho muito chato os acontecimentos envolvendo Noah. Algo que me incomodou muito, foi a ideia passada que tudo que se fazia contra o Noah era algo para ser "relevado" em nome do amor de Theresa e Hardin. Sacanear alguém nunca é legal! E ele perdoar Tessa em nome do amor que sente pelo tempo que esteve com ela, sabendo que ela não gosta dele, por favor.... e tipo...se a intenção era rolar um triângulo amoroso, não vi lógica nisso.
Vi mais entre Tessa com Zed.

VEREDITO FINAL

Talvez eu leia o segundo livro...só por curiosidade de como a autora vai arrumar mais coisa para escrever sobre esse casal de relação um tanto doentia. Imagino um final trágico...

Comentário bem pessoal: Achei melhor que 50 Tons de Cinza

Pelo prazer da leitura que tive, por ter me envolvido com a história e ter curtido as cenas de sacanagem, eu ainda dou nota 3,5 de 5.


Pra quem gostou do primeiro livro ou se interessa em ler, abaixo a imagem dos quatro livros.
Créditos da imagem Livros&Fuxicos


domingo, 29 de março de 2015

Filme - "O iluminado" - 1980 x 1997

Pela primeira vez assisti a versão do filme "O iluminado" de 1980, baseado no livro clássico de Stephen King. Aproveitei que o Cinemark da minha cidade estava com uma série de exibições de  filmes clássicos.
Eu tinha visto umas três vezes a versão de 1997, a primeira vez foi quando passou na Record como uma "mini-série". 
Gostei muito do filme dirigido por Stanley Kubrick, fiquei tensa do início ao fim. Mas vamos para as comparações e o que eu achei das duas versões desta excelente obra.


O Iluminado - 1980 (Diretor- Stanley Kubrik)


Fonte da imagem: Aqui


Quando eu fui ao cinema ver este filme, não imaginei que fosse sentir medo novamente assistindo o iluminado, mas este filme é tenso do inicio ao fim. O legal que achei foi o final diferente do segundo filme,  que rendeu um "ar de novidade pra mim".

O QUE EU GOSTEI NO FILME

JACK NICHOLSON (forever) - Ele no papel de Jack foi sensacional! Ele dava medo e sua interpretação foi ótima (como sempre). Eu também gosto do Jack do outro filme, mas Nicholson faz você sentir medo só de olhar pra ele, sem precisar de maquiagem, nem um "UP" a mais para dar uma valorizada na imagem do personagem.


Fonte da imagem: Aqui



O menino DANNY (Ator - Dan Lloyd) - Gente, que fo-fu-ra é esse garoto! Fiquei com vontade de adotar um igual a ele.

Eu gostei muito da atuação do garoto e de como o diretor trabalhou o personagem. As reações do menino, a cena dele andando em seu triciclo pelo hotel, tudo foi perfeito.

Curiosidade: Se você quiser saber o que aconteceu com o garoto depois do filme e como ele está hoje clique aqui.



O FINAL DO FILME - Bem, sobre o final eu gostei mais ou menos. Achei bacana a perseguição no labirinto, mas foi só isso.

O QUE EU NÃO GOSTEI NO FILME

WENDY - A mãe (Atriz - Shelley Duvall) - Gente, eu fiquei chocada com atuação de Shelley como Wendy no filme. Ela pode até ser uma boa atriz, mas como foi trabalhado o personagem dela foi ho-rrí-vel. (Eu ODIEI com todas as minhas forças) Gente, uma mulher submissa, histérica e sem graça. Sabemos que nem o próprio King gostou de como Wendy ganhou vida neste filme, mas de fato foi o ponto negativo do diretor nesse filme.


Fonte da imagem - Aqui


A MORTE DO COZINHEIRO (Ator - Scatman Crothers) -  Não gostei dele ter morrido no final do filme. E gostei muito do ator.

ROTEIRO - Eu sei que o Diretor tinha que resumir a história para fazer um longa, mas achei que ele valorizou muito a caricatura dos personagens e deixou de dar mais desenvolvimento a estes. Quem sabe se ele tivesse trabalhado mais Wendy, teria ficado perfeito e não teria chateado Stephen King a ponto de querer fazer outro filme para contar a "verdadeira história" do Iluminado. Mas o Diretor foi sensasional em criar um clima e também contar uma história sem muitas explicações, fez ajustes que ajudaram e outras desnecessárias, mas não me xinguem fãs de Stanley Kubrick, esta é a minha opinião de um filme com roteiro adaptado e baseado em um livro.


O Iluminado - 1997 (Diretor - Mick Garris/ Roteiro - Stephen King)

Fonte da imagem aqui


Eu gosto muito da versão de 1997, por ser mais longo, de mostrar mais detalhes e falar mais do Hotel Overlook. Mas tem coisas que aqui também que não curti. Vamos lá...


O QUE EU NÃO GOSTEI NO FILME

DO GAROTO QUE FAZ DANNY ( Ator - Courtland Robert Mead) - Não gostei da escolha desse ator para fazer Danny, grande demais, esquisito demais, com a mesma expressão na maioria das cenas, enfim, ele daria para fazer filmes de fantasia, mas de suspense NO!

Fonte da imagem - Aqui

OS ANIMAIS FEITO DE GRAMA NO JARDIM - Quando assisti o filme pela primeira vez, eu tive medo daqueles bichos se movendo (tinha 11 anos na época, acho), revendo o filme, achei muito besta e sem noção ter aqueles bichos, nem medo dá, sinceridade. Achei mais legal o labirinto criado no primeiro filme.




TONY ( O amigo imaginário) -  Eu prefiro as conversas com Tony no primeiro filme, o menino conversando com o próprio dedo. Já no segundo, achei tosco ver aquele cara voando no ar....sei lá.


Imagem retirada da cena do Filme O "Iluminado" - 1997

A TRILHA SONORA - O primeiro filme tem muita tensão, clímax, causando pela trilha sonora. Apesar do segundo ter mais coisas sobrenaturais, não tem o "climão" por falta de uma trilha sonora que ajude a criar toda a situação.

O QUE EU GOSTEI NO FILME


  • Saber mais sobre o Hotel Overlook
  • O enredo 
  • A maneira como Jack vai se transformando a medida que vai passando o tempo no Hotel.
  • As cenas sobrenaturais do Hotel
  • O final do filme

Enfim, vocês que assistiram as duas versões, o que acharam?

Qual das duas famílias vocês preferem? Eu ficaria com o Jack Nicholson, o Danny do primeiro filme e a Wendy do segundo filme. O cozinheiro, tanto faz, os dois foram ótimos em seus papéis.


Créditos para Imagem retirada nesse site Aqui


Dica: Quem não viu o filme e deseja assistir tem disponível no YouTube as duas versões completa. É só pesquisar por lá.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Mudanças no Blog - Entre o velho e o novo

Pessoal, estou fazendo mudanças no blog. Eu alterei o título do blog e pretendo mudar o perfil do blog também, mas não fugindo tanto do que eu vinha fazendo.

Deixamos de ser "Entre o velho e o novo", para "luzes na estante". O primeiro nome não achava atrativo e adorei o novo nome do blog. O e-mail para contanto continua tudo o mesmo, depois estarei fazendo mudanças na aparência do blog, fazendo alterações e postando novidades.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Filmes que quero ver no mês de Março

Março promete bons filmes no cinema, mas por falta de tempo e grana, não vou poder ver todos. Mas pelo menos estes três aqui abaixo eu quero conferir no cinema.

CINDERELA





O GAROTO DA CASA AO LADO



INSURGENTE





Qual desses vocês querem assistir?

domingo, 8 de março de 2015

Para refletir neste dia da Mulher - "Sejamos todas feministas" (Chimamanda Ngozi Adiche)


Hoje eu conclui a leitura deste pequeno livro de Chimamanda Ngozi Adiche, "Sejamos todas feministas", publicado pela Editora Companhia das Letras. O texto é baseado em uma palestra que ela deu em TEDxEuston em Dezembro de 2012. Um discurso excelente para refletirmos sobre o que é ser mulher em nossa sociedade. O texto é bem curto, no meu celular tudo deu 24 "páginas", mas se tirar, capa, contra capa...tem bem menos. Você pode baixar (ainda) gratuitamente pelo Play Store (Google play).

Vou deixar aqui em abaixo um vídeo dela que também ADOREI, no qual ela trata sobre os "perigos da história única". Muito interessante, vale a pena dar uma conferida. Ela faz uma crítica sobre como na cultura dela toda a sua história foi criada a partir de uma visão eurocêntrica do mundo, entre outras. Na verdade algo não muito diferente do que passamos aqui na América latina.